sobre como agir com seus filhos em cada fase de sua vida.Atitudes consideradas normais pela maioria das famílias podem prejudicar as crianças. Os pais estão passando pouco tempo – uma hora e meia a duas horas -diárias com seus filhos. , tanto o pai quanto a mãe passam apenas de uma hora e meia a duas horas diárias com seus filhos,Casos assim são cada vez mais comuns.Resultando , resultando em muitas crianças infelizes e inseguras.Muitos pais estimulam a precocidade nas crianças, incentivam o uso de brinquedos não indicados para sua idade; permitem que assistam a filmes e utilizem sites e jogos impróprios para sua faixa etária; também dão explicações e informações mais complexas do que ela espera e pode compreender; estimulam comportamentos precoces como o uso de maquiagem nas meninas; ou estimulam os meninos a brigar e a namorar. Resultando em O resultado são crianças agitadas, confusas e imaturas.O brincar é um direito que deve ser respeitado e propiciado, a convivência e as brincadeiras ao ar livre são fundamentais. A maioria dos pais, por comodidade, incentivam o lazer que agrada ao mundo adulto. Até mesmo as menores são incentivadas a assistir à televisão, jogar vídeo game ou acessar a internet, frequentar restaurantes e shoppings. Resultando em A consequência são crianças com pouca criatividade e imaginação, além de sedentárias e consumistas.Exige-se dos filhos uma agenda lotada de compromissos, ;acredita-se que, se ele ficar um período em casa, brincando, estará perdendo tempo. Assim acabam sobrecarregando-os com um grande número de atividades, para prepará-los para o futuro. Resultando , resultando em crianças ansiosas, sem tempo de viver a infância. As doenças do mundo adulto acometem as crianças, como depressão, síndrome do pânico, estresse.As experiências infantis relacionadas a brincadeiras e a fantasias são estruturantes e organizadoras da personalidade. A criança privada dessas experiências pode apresentar problemas psicológicos hoje e/ou futuramente. Respeite a Infância!
Adriani Cunha/Psicóloga e psicopedagoga/Revista Educar

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